Pular para o conteúdo principal

Um mecanismo de busca que vai mudar a sua cabeça


Google das aparências
O nome deste novo mecanismo de busca é Dreambit, mas o resultado pode estar mais para o divertido e o cômico do que para a aparência dos seus sonhos.
Tudo começa com o upload de uma foto sua, e então você digita um termo de busca. Por exemplo, pode-se digitar termos como "cabelo cacheado", "peruca", "Índia", "anos 1950" etc.
O Dreambit então sai em busca de imagens relacionadas com o termo que você digitou e compõe novas versões da sua foto, devidamente estilizadas com os resultados.
O programa analisa a foto que o usuário enviou e pesquisa um subconjunto de imagens que se enquadram na categoria desejada, mas que também coincidam com a foto original em termos de formato do rosto, pose e expressão.
Crianças desaparecidas e bandidos disfarçados
Além da diversão, o novo software promete ajudar a mostrar como uma criança desaparecida ou um fugitivo da lei se pareceria com o passar dos anos ou com uma aparência propositalmente disfarçada.
"É difícil reconhecer alguém apenas olhando para uma face porque nós como seres humanos temos um viés para penteados e cores de cabelo," justifica o professor Ira Kemelmacher Shlizerman, da Universidade de Washington, nos EUA.
"Com as crianças desaparecidas, as pessoas muitas vezes pintam o cabelo ou alteram o estilo, de modo que apenas prever seu rosto conforme a idade avança não é o suficiente. Este é um primeiro passo na tentativa de imaginar como a aparência de uma pessoa desaparecida pode mudar ao longo do tempo," acrescenta.
Shlizerman também espera encontrar mercado para seu novo programa no campo do entretenimento profissional, ajudando a prever como um ator ou atriz se pareceria com um determinado figurino.
Versão beta
A expectativa é que o novo mecanismo de busca de aparências seja colocado no ar até o final do ano, mas já é possível cadastrar-se para fazer um teste na versão beta no endereço http://dreambit.xyz.
Postado por David Araripe
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=um-mecanismo-busca-vai-mudar-sua-cabeca&id=010150160727#.V5pEJPkrLIV

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mais uma doutora formada no BioMol-Lab

Dia 27 de Outubro de 2017 formou-se mais uma Doutora no BioMol-Lab. A aluna Antônia Simoni de Oliveira, orientada pela professora Kyria Santiago do Nascimento e co-orientada pelo professor Benildo Sousa Cavada, defendeu sua tese intitulada: "Produção e caracterização físico-química e biológica da cadeia alfa da lectina recombinante de Canavalia brasiliensis" A defesa aconteceu no auditório do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, 907, da UFC. Declarada a aprovação, o BioMol-Lab agora conta com 50 mestres e 52 doutores formados no laboratório. Parabéns à Simoni, aos orientadores Kyria Santiago do Nascimento, Benildo Sousa Cavada e à todos envolvidos!

Receita de grafeno para micro-ondas: Cozinhe por 1 segundo

Óxido de grafeno Um dos grandes entraves ao uso prático do grafeno é a dificuldade de produzi-lo: não é fácil fazer uma camada de apenas um átomo de espessura e mantê-la pura e firme para que suas incríveis propriedades sejam exploradas em sua totalidade. Quando ganharam o  Nobel por seus trabalhos com o grafeno , Andre Geim e Konstantin Novoselov contaram que isolaram o material usando uma fita adesiva para retirar pequenas camadas de um bloco de grafite. O problema é que não dá para fazer desse jeito em escala industrial, ou mesmo retirar o grafeno intacto da fita adesiva para conectá-lo a eletrodos, por exemplo. Atualmente, o modo mais fácil de fazer grandes quantidades de grafeno é esfoliar o grafite - o mesmo material dos lápis - em folhas de grafeno individuais usando produtos químicos. A desvantagem é que ocorrem reações secundárias com o oxigênio, formando óxido de grafeno, que é eletricamente não-condutor e estruturalmente mais fraco. A remoção do oxigênio do ...

Fármaco brasileiro aprovado nos Estados Unidos

  Em fotomicrografia, um macho de Schistosoma mansoni, causador da esquistossomose CDC/G. Healy A agência que regula a produção de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, a FDA, concedeu o status de orphan drug para o fármaco imunomodulador P-Mapa, desenvolvido pela rede de pesquisa Farmabrasilis, para uso no tratamento de esquistossomose.  A concessão desse status é uma forma de o governo norte-americano incentivar o desenvolvimento de medicamentos para doenças com mercado restrito, com uma prevalência de até 200 mil pessoas nos Estados Unidos, embora em outros países possa ser maior. Globalmente, a esquistossomose é uma das principais doenças negligenciadas, que atinge cerca de 200 milhões de pessoas no mundo e cerca de 7 milhões no Brasil.  Entre outros benefícios, o status de orphan drug confere facilidades para a realização de ensaios clínicos, após os quais, se bem-sucedidos, o fármaco poderá ser registrado e distribuído nos Estados Unidos, no Brasil e em outro...