Exemplos dos padrões gerados no feixe de luz - são 100 ao todo,
codificados usando hologramas traçados em um cristal líquido (esquerda).
[Imagem: Abderrahmen Trichili et al. - 10.1038/srep27674]
Padrões de informações
Pesquisadores conseguiram embutir exatos 100 padrões diferentes em um
feixe de luz do tipo usado em comunicações ópticas, o que significa que
a largura de banda das redes de fibras ópticas atuais pode ser
multiplicada por 100 vezes sem nenhuma modificação nas redes.
Os experimentos pioneiros foram feitos pelo estudante Abderrahmen
Trichili, da Tunísia, enquanto participava de um curso na Universidade
de Wits, na África do Sul.
Os sistemas de comunicações por fibras ópticas codificam os dados na
luz modulando a amplitude, fase, polarização, cor e frequência da luz
usada para a transmissão. Apesar de todas essas possibilidades, o
crescimento da demanda tem colocado cada vez mais próximo o atingimento
do limite das redes atuais.
Mas a luz também tem um "padrão" - a distribuição da intensidade da
luz, ou seja, como ela aparece ao incidir sobre uma tela ou ser captada
pelo sensor de uma câmera.
Como esses padrões são únicos, eles podem ser usados para codificar
informações. Assim, o padrão 1 pode levar informações do canal 1, o
padrão 2 leva as informações do canal 2 e assim por diante. O que isso
significa é que a largura de banda pode ser multiplicada pelo exato
número de padrões de luz que for possível usar.
Hologramas digitais
Mesmo os mais modernos sistemas de comunicações ópticas usam apenas um padrão, sobretudo pelas dificuldades técnicas de como codificar as informações nesses padrões de luz e como obter as informações de volta no destino. Abderrahmen Trichili resolveu o desafio usando hologramas digitais traçados em uma pequena tela de cristal líquido, que permitiu obter um holograma codificado com mais de 100 padrões em várias cores - são 100 hologramas individuais combinados em um holograma definitivo, pronto para transmissão e facilmente decodificado no destino. Outro feito significativo foi ajustar cada holograma individual para corrigir as aberrações ópticas devido à diferença de cor, ao desalinhamento angular e todas as demais variáveis envolvidas. O experimento apresentou uma pequena taxa de erro, que a equipe espera superar com aprimoramentos no aparato utilizado. A próxima etapa será levar o aparato para fora do laboratório e demonstrar que a tecnologia funciona em condições reais de aplicação.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-levar-100-vezes-mais-informacoes-fibras-opticas&id=010150160621#.V3XHbI67M3g
Postado por Hadson Bastos
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Launching a nonresearch career doesn’t mean leaving behind everything you learned as a scientist. The skills you developed as you dove into your projects and communicated your results are valuable in many jobs. If you’re not convinced, read on for some specific examples of how Ph.D.-holders put their skills to use outside the lab. Learning new fields Kenneth Gibbs Jr. , Program director in the Division of Training, Workforce Development, and Diversity at the National Institute of General Medical Sciences Learning new fields is a skill I developed in graduate school that I continue to use now as I manage research grants in scientific areas that are outside my previous expertise. When I was a graduate student, I was very interested in stem cells and the signals that regulate them. At the time I didn't have a background in the topic, so I had to read lots of literature—where I encountered unfamiliar terms—to orient myself to the field, and then I would identify knowledgea...
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