Nós servidores do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e
Comunicações, abaixo assinados, servimos acima de tudo à sociedade
brasileira por meio do Poder Executivo. Somos mestres, doutores, pais,
mães, filhos, cientistas, graduados ou não, que servimos à Pátria com
dedicação para promovermos o desenvolvimento nacional por meio da
ciência, tecnologia, inovação e comunicação. Estamos perplexos da
agressão e violência sofrida pelo nosso local de trabalho onde nos
esmeramos para dar o melhor à sociedade, pois acreditamos que juntos
fazemos parte algo maior. O medo não nos vencerá e muito menos a
ignorância que combateremos com nossa coragem e nosso trabalho, pois
servimos à você cidadão e cidadã por um Brasil melhor no lugar mais alto
entre as nações desenvolvidas. Agradecemos a todos pelas manifestações
de apoio em tempos onde a violência não prevalecerá.
Óxido de grafeno Um dos grandes entraves ao uso prático do grafeno é a dificuldade de produzi-lo: não é fácil fazer uma camada de apenas um átomo de espessura e mantê-la pura e firme para que suas incríveis propriedades sejam exploradas em sua totalidade. Quando ganharam o Nobel por seus trabalhos com o grafeno , Andre Geim e Konstantin Novoselov contaram que isolaram o material usando uma fita adesiva para retirar pequenas camadas de um bloco de grafite. O problema é que não dá para fazer desse jeito em escala industrial, ou mesmo retirar o grafeno intacto da fita adesiva para conectá-lo a eletrodos, por exemplo. Atualmente, o modo mais fácil de fazer grandes quantidades de grafeno é esfoliar o grafite - o mesmo material dos lápis - em folhas de grafeno individuais usando produtos químicos. A desvantagem é que ocorrem reações secundárias com o oxigênio, formando óxido de grafeno, que é eletricamente não-condutor e estruturalmente mais fraco. A remoção do oxigênio do ...
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