Pular para o conteúdo principal

Common Cat Parasite Toxoplasma Gondii May Trigger Prostate Cancer, Mouse Study Shows

Toxoplasma gondii, a parasite commonly transmitted through cat feces, causesprostate cancer in mice by inflaming the prostate, suggests a study recently published in the journal The Prostate.

Authors of the study, “The common parasite Toxoplasma gondii induces prostatic inflammation and microglandular hyperplasia in a mouse model,” urged cat owners to take extra care when cleaning litter trays.

Prostatic inflammation is characteristic of diseases like benign prostatic hyperplasia (BPH) and prostate cancer, both very common in older men.

Factors already known to inflame the prostate include certain viruses, bacteria and steroids, as well as environmental and dietary factors. However, scientists aren’t sure of the particular role each factor plays in promoting prostatic inflammation. T. gondii,which infects most mammals, is present throughout the world; infection rates reach 80 percent in some countries.

Once patients are first infected with T. gondii, the parasite rapidly divides in the body and causes toxoplasmosis, which leads to mild flu-like symptoms. Eventually, T. gondiibecomes a lifelong infection as it stays silently in the patient in the form of a tissue cyst called a bradyzoite. Since it causes its host no harm to the host, T. gondii has not received widespread scientific attention.

In an effort to induce inflammation, researchers infected male mice with T. gondii and determined inflammation by analyzing two factors. First, they looked at the number and severity of infiltrating immune cells into the prostate, which is the main characteristic of inflammation. Second, they studied the proliferation of epithelial cells, which lihe prostate and lead to both BPH and prostate cancer.

Results showed that T. gondii infected the mouse prostate within the first 14 days of infection and established bradyzoite tissue cysts for at least 60 days. This infection caused a substantial inflammatory reaction in the prostate as well as reactive hyperplasia. This refers to the formation of multiple layers and the abnormal appearance of prostate epithelial cells, accompanied by the infiltrating inflammatory cells.

This study was the first to demonstrate that T. gondii can trigger prostatic inflammation in any species. As a result, researchers developed a new mouse model to study prostatic inflammation without the need to genetically manipulate the mice — thus lending greater credibility to the results.

Postado por David Araripe

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Plásticos: Para produzir ou dar sumiço, chame as bactérias

Bactéria que produz plástico Pesquisadores da USP encontraram uma bactéria capaz de produzir um  biopolímero  - um polímero, ou plástico, produzido por um processo biotecnológico. Rotas biotecnológicas podem fabricar bioplásticos - e depois sumir com eles, degradando-os completamente.  A  Methylobacterium rhodesianum , que transforma o metano em um tipo de polímero ainda não caracterizado, foi identificada nas águas turvas e poluídas do Sistema Estuarino de Santos, no litoral de São Paulo. A equipe também encontrou a  Methylobacterium extorquens , que já se sabia ser produtora de PHB, ou polihidroxibutirato, um polímero da família dos polihidroxialcanoatos (PHA) com características físicas e mecânicas semelhantes às de resinas sintéticas como o polipropileno. "Ainda não caracterizamos o polímero produzido pela bactéria, mas nossas análises indicam que é bem diferente dos relatados na literatura científica," disse Elen Aquino Perpétuo, coordenadora d...

Mais uma doutora formada no BioMol-Lab

Dia 27 de Outubro de 2017 formou-se mais uma Doutora no BioMol-Lab. A aluna Antônia Simoni de Oliveira, orientada pela professora Kyria Santiago do Nascimento e co-orientada pelo professor Benildo Sousa Cavada, defendeu sua tese intitulada: "Produção e caracterização físico-química e biológica da cadeia alfa da lectina recombinante de Canavalia brasiliensis" A defesa aconteceu no auditório do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, 907, da UFC. Declarada a aprovação, o BioMol-Lab agora conta com 50 mestres e 52 doutores formados no laboratório. Parabéns à Simoni, aos orientadores Kyria Santiago do Nascimento, Benildo Sousa Cavada e à todos envolvidos!

Receita de grafeno para micro-ondas: Cozinhe por 1 segundo

Óxido de grafeno Um dos grandes entraves ao uso prático do grafeno é a dificuldade de produzi-lo: não é fácil fazer uma camada de apenas um átomo de espessura e mantê-la pura e firme para que suas incríveis propriedades sejam exploradas em sua totalidade. Quando ganharam o  Nobel por seus trabalhos com o grafeno , Andre Geim e Konstantin Novoselov contaram que isolaram o material usando uma fita adesiva para retirar pequenas camadas de um bloco de grafite. O problema é que não dá para fazer desse jeito em escala industrial, ou mesmo retirar o grafeno intacto da fita adesiva para conectá-lo a eletrodos, por exemplo. Atualmente, o modo mais fácil de fazer grandes quantidades de grafeno é esfoliar o grafite - o mesmo material dos lápis - em folhas de grafeno individuais usando produtos químicos. A desvantagem é que ocorrem reações secundárias com o oxigênio, formando óxido de grafeno, que é eletricamente não-condutor e estruturalmente mais fraco. A remoção do oxigênio do ...