Pular para o conteúdo principal

Supercomputador chinês é o mais rápido do mundo

A máquina tem mais de 10 milhões de processadores e é capaz de realizar 93 quatrilhões de cálculos por segundo

O supercomputador chinês Taihu LightDe acordo com o ranking bianual dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo, realizado pelo Laboratório Nacional de Berkeley em conjunto com a Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, uma máquina 100% chinesa intitulada TaihuLight, desenvolvida por um órgão da China de pesquisa em engenharia e tecnologia, é a mais rápida do mundo.
O país ocupa a liderança desde 2013, com a até então imbatível Tianhe-2, que processava 33.86 petaflops (cada petaflop equivale a 1 quatrilhão de cálculos por segundo) com chips da empresa americana Intel. No entanto, o atual supercomputador mais poderoso é quase três vezes mais eficiente, com capacidade de processamento de 93 petaflops. A máquina fica no Centro Nacional de Supercomputação da China, na cidade de Wuxi.
O TaihuLight tem mais de 10 milhões de processadores, todos produzidos na China, cerca de cinco vezes mais velozes que os do terceiro supercomputador da lista, o americano Titan,  do Labotarório Naional de Oak Ridge, baseado nos Estados Unidos, com  17.59 petaflops.
fonte: http://veja.abril.com.br/tecnologia/supercomputador-chines-e-o-mais-rapido-do-mundo/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mais uma doutora formada no BioMol-Lab

Dia 27 de Outubro de 2017 formou-se mais uma Doutora no BioMol-Lab. A aluna Antônia Simoni de Oliveira, orientada pela professora Kyria Santiago do Nascimento e co-orientada pelo professor Benildo Sousa Cavada, defendeu sua tese intitulada: "Produção e caracterização físico-química e biológica da cadeia alfa da lectina recombinante de Canavalia brasiliensis" A defesa aconteceu no auditório do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, 907, da UFC. Declarada a aprovação, o BioMol-Lab agora conta com 50 mestres e 52 doutores formados no laboratório. Parabéns à Simoni, aos orientadores Kyria Santiago do Nascimento, Benildo Sousa Cavada e à todos envolvidos!

Receita de grafeno para micro-ondas: Cozinhe por 1 segundo

Óxido de grafeno Um dos grandes entraves ao uso prático do grafeno é a dificuldade de produzi-lo: não é fácil fazer uma camada de apenas um átomo de espessura e mantê-la pura e firme para que suas incríveis propriedades sejam exploradas em sua totalidade. Quando ganharam o  Nobel por seus trabalhos com o grafeno , Andre Geim e Konstantin Novoselov contaram que isolaram o material usando uma fita adesiva para retirar pequenas camadas de um bloco de grafite. O problema é que não dá para fazer desse jeito em escala industrial, ou mesmo retirar o grafeno intacto da fita adesiva para conectá-lo a eletrodos, por exemplo. Atualmente, o modo mais fácil de fazer grandes quantidades de grafeno é esfoliar o grafite - o mesmo material dos lápis - em folhas de grafeno individuais usando produtos químicos. A desvantagem é que ocorrem reações secundárias com o oxigênio, formando óxido de grafeno, que é eletricamente não-condutor e estruturalmente mais fraco. A remoção do oxigênio do ...

Nova forma de carbono é dura como pedra e elástica como borracha

Visualização do carbono vítreo ultraforte, duro e elástico. A estrutura ilustrada está sobreposta em uma imagem do material feita por microscópio eletrônico. [Imagem: Timothy Strobel] Muitos carbonos O carbono é um elemento químico cujas possibilidades de rearranjo parecem ser infinitas. Por exemplo, os diamantes transparentes e superduros, o grafite opaco e desmanchadiço, o espetacular grafeno , todos são compostos exclusivamente por carbono. E, claro, temos nós, os seres humanos, formados em uma estrutura de carbono. E tem também o diamano , o aerografite e, agora, uma nova forma que parece ser um misto de tudo isso. Meng Hu e seus colegas das universidades Yanshan (China) e Carnegie Mellon (EUA) criaram uma forma de carbono que é, ao mesmo tempo, dura como pedra e elástica como uma borracha - e ainda conduz eletricidade. Essas infinitas possibilidades do carbono parecem ser possíveis porque a configuração dos seus elétrons permite inúmeras combinações de autoligação, dando or...