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Administradores do Blog: Dr Benildo Sousa Cavada e Dra Kyria Santiago do Nascimento. Editores: Kyria S Nascimento, Benildo S Cavada e Cláudio Henrique Dahne (Graduando em Ciências Biológicas).
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Relatório bibliométrico revela desempenho e tendências da pesquisa brasileira
O Web of Science Group, segmento da Clarivate Analytics, disponibilizou o relatório A Pesquisa no Brasil: Promovendo a Excelência, que fornece uma análise da pesquisa científica brasileira em um contexto global. O documento contempla trabalhos publicados entre 2013 e 2018, destacando a importância das colaborações internacionais e da indústria no impacto e na visibilidade da pesquisa nacional.
Os dados apontam que o Brasil mantém a 13ª posição no mundo em termos de produção de artigos e revisões de pesquisa (com base no conteúdo indexado na plataforma Web of Science), logo atrás da Índia (10º) e da Coreia do Sul (12º), porém à frente da Rússia (15º) e da África do Sul (21º) – países que compõem o BRICS ao lado do Brasil.
Somente em 2018, pesquisadores brasileiros publicaram mais de 50 mil artigos. O crescimento da produção em 2018 é 30% superior aos anos anteriores observados, além de ser o dobro da média global. O relatório indica ainda que existem bolsões de excelência em termos de impacto de citação nas áreas de Ciências da Vida, Física e Engenharias.
Outra informação apresentada é sobre a colaboração internacional. Entre 2013 e 2018, a comunidade científica brasileira colaborou com pesquisadores de 205 países. Aproximadamente um terço dos cientistas brasileiros são coautores de trabalhos internacionais.
A colaboração industrial também tem destaque. De acordo com o levantamento, as estratégias para promover ações conjuntas com a atividade industrial já apresentam resultados referentes ao número de artigos publicados: 81% das publicações articuladas nessa esfera no período de 2015 a 2017 são de colaborações entre universidades públicas e a indústria.
As universidades públicas, por sua vez, são a principal fonte de publicações de pesquisa no Brasil, segundo a análise. As 15 universidades mais ativas em produção científica são responsáveis por mais de 60% da pesquisa no país. São elas:
Dados extraídos da Web of Science (Fonte: Clarivate Analytics, 2019)
O relatório traz informações relevantes para o cenário, como:
- Quantos trabalhos de pesquisa o Brasil produz?
- Qual o impacto da citação na pesquisa brasileira?
- Como a pesquisa brasileira se compara internacionalmente?
- Com quais países internacionais o Brasil colabora?
- Quais empresas colaboram com universidades no Brasil?
- Quais empresas publicam em conjunto com universidades no Brasil?
- Como a pesquisa brasileira é comparada em cada categoria?
- Quais são as áreas de força e oportunidade da categoria de pesquisa?
- Como o Brasil apoia a infraestrutura de pesquisa?
O relatório A Pesquisa no Brasil: Promovendo a Excelência está disponível aqui.
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Launching a nonresearch career doesn’t mean leaving behind everything you learned as a scientist. The skills you developed as you dove into your projects and communicated your results are valuable in many jobs. If you’re not convinced, read on for some specific examples of how Ph.D.-holders put their skills to use outside the lab. Learning new fields Kenneth Gibbs Jr. , Program director in the Division of Training, Workforce Development, and Diversity at the National Institute of General Medical Sciences Learning new fields is a skill I developed in graduate school that I continue to use now as I manage research grants in scientific areas that are outside my previous expertise. When I was a graduate student, I was very interested in stem cells and the signals that regulate them. At the time I didn't have a background in the topic, so I had to read lots of literature—where I encountered unfamiliar terms—to orient myself to the field, and then I would identify knowledgea...
Bactéria que produz plástico Pesquisadores da USP encontraram uma bactéria capaz de produzir um biopolímero - um polímero, ou plástico, produzido por um processo biotecnológico. Rotas biotecnológicas podem fabricar bioplásticos - e depois sumir com eles, degradando-os completamente. A Methylobacterium rhodesianum , que transforma o metano em um tipo de polímero ainda não caracterizado, foi identificada nas águas turvas e poluídas do Sistema Estuarino de Santos, no litoral de São Paulo. A equipe também encontrou a Methylobacterium extorquens , que já se sabia ser produtora de PHB, ou polihidroxibutirato, um polímero da família dos polihidroxialcanoatos (PHA) com características físicas e mecânicas semelhantes às de resinas sintéticas como o polipropileno. "Ainda não caracterizamos o polímero produzido pela bactéria, mas nossas análises indicam que é bem diferente dos relatados na literatura científica," disse Elen Aquino Perpétuo, coordenadora d...
Dia 27 de Outubro de 2017 formou-se mais uma Doutora no BioMol-Lab. A aluna Antônia Simoni de Oliveira, orientada pela professora Kyria Santiago do Nascimento e co-orientada pelo professor Benildo Sousa Cavada, defendeu sua tese intitulada: "Produção e caracterização físico-química e biológica da cadeia alfa da lectina recombinante de Canavalia brasiliensis" A defesa aconteceu no auditório do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, 907, da UFC. Declarada a aprovação, o BioMol-Lab agora conta com 50 mestres e 52 doutores formados no laboratório. Parabéns à Simoni, aos orientadores Kyria Santiago do Nascimento, Benildo Sousa Cavada e à todos envolvidos!
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